Artes (com) trastes e traquinagens


31/12/2005


AMANHÃ DIA 1 DE JANEIRO É  MEU ANIVERSÁRIO! Pode nascer justamente no primeiro dia do ano? Pois é... Deus quis assim e foi assim que cheguei: capricorniana e cheia de vontade de viver.

Para voces, amigos desses blog, partilho um pedaço do bolo do meu aniversário e meu desejo de que em 2006 tudo que chegue, chegue até nós com sabor de chocolate, pedaços de amor e de ata, manga, morango e pitadas de amigos com caranguejo, peixe do paizito e aconchego de mãe. Aos meus tios, tias, primos, primas, cunhados, cunhadas, sogras toda paz, saúde e amor. Às minhas irmãs e meus pais, desejo que a vida nos aproxime cada vez mais do jeito que a gente conseguir: se respeitando, se amando e acima de tudo nos tornando mais  irmad@s e amig@s. Às minhas sobrinhas: Luna, Amanda, Mariana e Hanna (a que está na foto comigo) beijos grandes do tamanho do meu amor por voces. Às minhas filhas, Clara e Lumena, o meu amor é eterno podem acreditar e o meu desejo é que este amor se desdobre em milhões de estrelas com pontas de amor e generosidade e, sobretudo, tolerância para comigo e seu pai que acima tudo só sabem lhes amar. E ao meu amor e companheiro Aluisio desejo que a vida nos torne mais parceiros para que possamos continuar trilhando nosso percurso com tesão e alegria!

É isso, amigos e amigas deste blog, eu Shara Jane termino o ano de 2005 fazendo uma ode a vida, ao nascimento de tudo que a vida  traz quando se aduba, se planta e se colhe. Que a colheita de 2006 seja farta, como é farta a mesa do nosso blog. Cheguem todos, meu coração sensivel exulta em alegria, nascer no primeiro dia do ano é sem dúvida ser privilegiada, pois os fogos estouram, os champanhes espocam e a alma regozija em alegria ao saber que todos se dão as mãos e desejam o que de bom tem dentro do coração.

FELIZ ANIVERSÁRIO PARA MIM E FELIZ ANO NOVO PARA NÓS TODOS E TODAS. BEIJOS, SHARA JANE.

 

Escrito por Sayô & Shara às 20h06
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27/12/2005


 

 

Eu sei, mas não devia

Marina Colasanti

 


Eu sei que a gente se acostuma.

Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.

A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.

Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida.

Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

 

 

 

ATÉ A VOLTA!!

FELIZ 2006 !!!

Beijos,Sayô

Escrito por Sayô & Shara às 11h50
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25/12/2005


 

 

 

 

SALVE 25/12

Mãe,

Saude eh o q mais te desejamos nesse aniversario!
Te amamos!
Beijos,

Tuas filhas

Shara,Soraya,Sayonara e Shamara

e tuas netas

Clara,Lumena,Luna,Amanda,Mariana e Hanna


"Feliz Natal a quem não planta corvos nas janelas da alma, nem embebe o coração de cicuta, e ousa sair pelas ruas a transpirar bom-humor." Frei Betto

Escrito por Sayô & Shara às 13h01
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22/12/2005


 

 

 

.entre.

.mover-se de céuterra. perder-se de dentrofora. já a porta que
encerras é a mesma que abristes. um corpo que não se negue está sempre
entre. nas pontas do que se segue há cabo e gume. carne de instante
entregue aos dentes de vontades eleitas como fúria branda e linda.

.morde.

.chave para teus entres, minha palavra pulsa e canta para que teus poros respirem chama e chuva. sou dos que ardem por querer.

.ramos encimados por vermelhos fulgurantes. boca gitana ao som de
palmas e castanholas e guitarras incendiárias. olhos e torsos agudos.
farpas de vida furando tempo. sou dos que tem costelas cravejadas de
momento.

.diante de palma. alma dentrofora. calma chamachuva. porta de esperas impacientes.

.anjo de vertigem desmaiando pudores nos braços doces de amante insaciável.

.anjo de instante com chave de desejo cravada em sacro nicho.

.abre.

 

P.S. Texto e imagem 'copiados' do  VERTIGENS DO DIA. Eu adoro tudo que o autor escreve,confiram no link abaixo :

http://ubbibr.fotolog.com/daimon/?pid=12453749

 

Beijos,Sayô.

Escrito por Sayô & Shara às 13h06
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21/12/2005


 
 
Recebi da Shara(minha irmã) :
 
 
 
 
A árvore da vida
 
 
É
sim
preciso
Durante todos
Os dias da nossa
Vida, sempre pensar
Mesmo, que seja só um
Pouco, nas outras pessoas.
Tudo que  fazemos nessa vida
Acaba  afetando  alguma(s) vida(s).
Nossas ações  boas ou más, sempre
Como flechas, acabam certas no coração
De pessoas  que amamos ou  que   apenas
Gostamos. Fazer as pessoas  felizes é até uma
Obrigação de cada ser  humano. Por isso quando
For dizer ou fazer algo pense muito  bem a quem irá
Afetar. É importante lembrar que tudo  que fazemos de
Bom  ou de  ruim acaba   se revertendo para nós mesmos
Por isso  no próximo  ano, beije  mais, sorria de verdade, dê
Bom  dia, boa  tarde, olhe  mais o  pôr do Sol, veja  a lua, faça
Amizades,  diga muitos eu te amo  do fundo de seu  coração, viva
Intensamente cada momento  de  sua vida, faça o bem, seja do  bem,
faça a felicidade dos outros que eles retribuirão dando-te a tua felicidade
Que em 2006 a
Árvore da vida
Esteja   cheia
De   frutos de
Bondade    e
doçura.  Que o
Amor  seja  o sentimento que
Guiará  seus atos. Um ano novo cheio de grandes realizações à você.
Da sua amiga, de hoje e de sempre para todos os momentos, Shara Jane.

Escrito por Sayô & Shara às 15h32
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20/12/2005


 

 

 

Invente seu Natal
(Leticia Thompson )


Invente seu Natal!
Faça algo diferente!
Faça o melhor que puder
Com aquilo que tiver!
Enfeite-se, alegre-se.
Se não tem dinheiro,
Encha seu coração de amor!
Seja a própria árvore
Com bolinhas coloridas
E muito riso!
O calor que emana do seu abraço
Dinheiro nenhum no mundo
Poderia comprar.
Dê um abraço, um sorriso,
Um te gosto, um te amo...
...Seja você o presente!!!!!

 

 

P.S. Essa eh a minha tatoo...Lela,diz então o q significa, hehehe beijos,Sayô

Escrito por Sayô & Shara às 11h03
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17/12/2005


 

 

HOJE VOU BLOGAR DIFERENTE...

Bom Dia! =)

Teve uma epoca na minha vida em q eu era uma internauta de CHATS. Frequentava um chat chamado TIVEJO/PALTALK. Mas assim, assídua messmo. Lá existiam salinhas temáticas,podia usar a web cam e audio,colocavamos musica,tinha seus coordenadores.Eu tinha uma salinha(dentre outras) que se chamava PORTAL DA AMIZADE.

Nossa, como eu me divertia,como eu sorria na frente  desse monitor,como eu chorava,como eu me apaixonei...cheguei a conhecer no real duas pessoas,uma morava em Brasilia e outra nos USA.

Qdo essa epoca se passou. Com ela ficaram pra trás pessoas,várias pessoas. Mas permaneceram outras tb. Lógico por afinidade, e AMOR.

O Carlos que mora em SAMPA (nick GrandeRapaz),o Paulinho(nick FLYER)que mora em RIBEIRÃO PRETO. E a Elaine que mora no interior de SAMPA(nick Peoa-xonada) e o Rodrigo que mora em Curitiba(nick guigolindo) Esses moram no meu coração.

Nosso contato não é mais assíduo, qdo entramos no virtual(MSN) e temos a sorte de estarmos ONLINE é uma festa, uma choradeira... muito carinho,muito amor,cumplicidade,preocupação.

E ontem recebi um email do Paulinho e trago pra vcs,mostrando q nós  VIRTUAIS TB AMAMOS.

=)

 

ASSUNTO : DOCES RECORDAÇÕES

 
Xiu, ei xerosa,
 
Estava eu aqui quietim, ouvindo algumas canções antigas de meu PC e me deparei com uma que é impossível não lembrar de você.
Ouça:
 
 
Cê parece um anjo
Só que não tem asa iaia
Oh meu Deus quando asas tiver
Passe lá em casa
´Cê parece um anjo
Só que não tem asa iaia
Oh meu Deus quando asas tiver
Fosse lá em casa

E ao sair
Pra estrelas eu vou te levar
Com a ajuda da brisa do mar
Te mostrar onde ir
E ao chegar
Apresento-lhe a Lua e o Sol
E no céu vai ter mais um farol
Que é a luz do teu olhar

Eu não sou moleque
Ainda não tenho casa iaia
Oh meu Deus se um dia eu tiver
Visto minhas asas
Eu não sou moleque
Ainda não tenho casa iaia
Oh meu Deus se um dia eu tiver
Visto minhas asas

E ao sair
Pra estrelas eu vou te levar
Com a ajuda da brisa do mar
Te mostrar onde ir
E ao chegar
Apresento-lhe a Lua e o Sol
E no céu vai ter mais um farol
Que é a luz do teu olhar
 
 

Lembra?????
Ouvimos esta porra de montão! Caralho!!!!
Me deparei com um momento de minha vida em que eu era um PC. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk Só que eu tinha um diferencial, eu era um PC abarrotado de sentimentos, de esperanças...a virtualidade me trazia um falso conforto.
Que bom que nessa virtualidade lá estava você...Completamente real...cheia de sentimentos vivos...
Ah...como foi bom...Foi não??? Claro que foi!!!!!
Tanto foi que ainda estamos aqui hoje. Alguns anos se passaram e ainda permanecemos aqui. Unidos por um laço tênue, mas que nos une de alguma forma.
Isso se chama amor. Talvez um pouco fragmentado, perdido em abandono, mas amor.
Como é bom ter doces lembranças.
Amo você.
 
Beijos
 
Paulinho.
 
 
 
 
 
Bom Sábado pra todos nós
Beijos,
Sayô
 

Escrito por Sayô & Shara às 09h22
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16/12/2005


 

 

 

"É urgente inventar alegria,

multiplicar beijos,

as searas,

é urgente descobrir rosas

e rios

e manhãs claras"

Eugênio de Andrade

Bom Final de Semana!

Sayô

Escrito por Sayô & Shara às 11h35
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15/12/2005


 

 

 

 

Você pensa demais...

Ana Maria Chagas Silva


"Você pensa demais!", diz a amiga.
"O filho tá crescido."
"O marido tá bem servido."
"O emprego tá garantido."

"Você pensa demais!", diz a irmã.
"O pai melhora a cada manhã."
"A mãe fez torta de maçã."
"O importante é ter toda a família sã."

"Você pensa demais!", diz o filho.
"Tirar notas baixas, é normal."
"Vem escutar esse som LOUD!
"Caraca, mãe! É na moral!”

"Você pensa demais!", diz o tempo.
”Não espero mais teu sorriso.”
"Envelheço teus traços, e  aviso:
"Vê se perde um pouco de juízo!"

 

 

 

Beijinhos, Sayô

Escrito por Sayô & Shara às 09h55
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14/12/2005



 

 

 

 

Carta ao Papai Noel

Bernardo Rodrigues


Querido Papai Noel,

Desculpa eu escrever tão devagar é que eu tenho nove anos mas ainda não sei escrever dereito nem meu nome que é muito complicado. Você sabe como é que é aqui agente não temos escola pra todo mundo e fica todo mundo quinem eu. Eu sei que o senhor tem muita carta pra ler e que todo mundo escreve carta pro senhor aí eu resolvi escrever de uma vez pro senhor não ter desculpa depois que tá muito ocupado quinem meu pai todo ano fala. Mais eu queria era fazer essa carta pra falar com o senhor o que eu quero ganhar de Natal.

Se não for muinto defício pro senhor eu queria quatro presentes deferentes. O primeiro é um papagaio. Uma vez falei com meu pai que queria um papagaio e ele me deu um, só que o que ele me deu era de papel igual pipa. Eu quero é um daquele verde que paresse uma maritaca e fala um monte de coisa. O Esquerdinha amigo meu ele faz muinta coisa errada mais é do bem e é bom de bola. Aí ele falou que eu não poço ganhar papagaio porque eu sou gago esqueci de falar isso com o senhor mas ele falou que eu sou gago e que gago não pode ter papagaio sinão o papagaio gageja também. Eu acho bobice do Esquerdinha porque o papagaio custa caro e deve ter estudado em escola particular e menino de escola particular não gageja. E si ele vier com defeito aí eu peço pra trocar. Mais como o senhor é que vai trazer eu confio no senhor. O senhor já ta velhinho mas é de confiança deferente dos político daqui. Intão eu queria ganhar um papagaio e uma chutera nova. Agora a chutera eu queria o pé direito número 34 e o esquerdo numero 30 porque eu quero devidir com o Isquerdinha meu amigo porque ele não tem chutera e ainda joga bem pra caramba. Ele chuta de perna isquerda aí pode ser asim. Um papagaio uma chutera e uma camionete. Eu quiria dar uma caminonete pra minha mãe pra ela poder carrega as roupa que ela lava sem ficar com dor nas costa. Mina mãe tem poblema sério de coluna aí eu queria mesmo é que ela sarace mas eu sei que o sinhor não é médico nem pai de santo e que o problema da minha mãe é sério. Mas a caminhonete eu acho que ajuda ela um pouco. O outro presente eu queria sarar da minha gagera. Eu vi na televisão que tem um médico que sara gago. Eu queria ganhar um médico desse de presente. Não cei se o senhor dá médico de presenti mas acho que pode ser um presente ispessial. Nem precisa imbrulhar porque senão o médico morre asfiquiciado quinem o policial falou do meu irmão quando mataram ele. Eu quero sarar da gagera pra todo mundo parar de rir de mim e o papagaio não ficar gago mas eu acho que não tem nada a ver é coisa do Esquerdinha que ta com inveja eu acho. E também eu poço falar bonito pra minha professora gostar de mim. Ela é nova e é bonita pra caramba e eu queria cazar com ela pra ela poder me ensenar escrever dereito e mas depressa.

Obrigado pela atensão espero que o senhor esteje bem sua mãe es seus parentes. Manda um abraço pros viadinho que carrega sua carroça. Um ispecial praquele que ta gripado. Ele já sarou?

Um abraço.

Maicodiéquisso dos Santos da Silva

 

 

Beijos Natalinos

Sayô

Escrito por Sayô & Shara às 09h43
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12/12/2005


 

 

"Entra, amigo... e come do meu pão e bebe do meu vinho... Aqui estamos todos a bailar e a cantar porque descobrimos que a vida é curta e a lua é bela" Rubem Alves

 

 

 

"Amamos um corpo pela música que nos faz ouvir."

Rubem Alves

 

 

Um beijo

Sayô

Escrito por Sayô & Shara às 09h27
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11/12/2005


 

 

 

Desejo pra vcs um excelente domingo

'com Manoel de Barros'

Beijos, Sayô

A maior riqueza do homem é a sua incompletude.
Nesse ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como sou - eu não aceito.
Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que compra pão às 6 da tarde, que vai lá fora, que aponta lápis, que vê a uva etc. etc.
Perdoai.
Mas eu preciso ser Outros.
Eu penso renovar o homem usando borboletas...

Escrito por Sayô & Shara às 12h25
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10/12/2005


 

 

10/12

 

Lary

 

Te presenteio com palavras de Clarice Lispector,pois sei que vc adora!

 

“O bom era ter uma inteligência e não entender. Era uma bênção estranha como a de ter loucura sem ser doida. Era um desinteresse manso em relação às coisas ditas do intelecto, uma doçura de estupidez.”

“E é inútil procurar encontrar o caminho e querer começar já sabendo que a voz diz pouco, já começando por ser despessoal. Pois existe a trajetória, e a trajetória não é apenas um modo de ir. A trajetória somos nós mesmos.”

“Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é possível fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada”

“Mas o que eu queria dizer é que a gente é muito preciosa, e que é somente até um certo ponto que a gente pode desistir de si própria e se dar aos outros e às circunstâncias.”

 “Escuta: eu te deixo ser, deixa-me ser então.”

“Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro...”

“Não importa mais o que foi perdido.Importa apenas o teu sorriso e nada mais”

”Decifra-me ou te devoro!!!”

“Sinto que estou nas proximidades de fontes, lagoas e cachoeiras, todas de águas abundantes. E eu livre.”

“Ser um ser permissível a si mesmo é a glória de existir.”

“O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido.Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado. A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar, duram uma eternidade”.

“Sonhe com aquilo que você quiser. Seja o que vc quiser ser, porque vc possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que se quer. Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E esperança para fazê-la feliz. As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem o fazer das oportunidades que aparecem em seus caminhos...”

 

 

Parabéns!
Que Deus proteja vc, Isadora e Mateus sempre!

Minha amizade e meu carinho pra vc!

Te amo amiga!

Beijos,

Sayô

Escrito por Sayô & Shara às 12h07
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O ex-casal

essa vai ser rápida...
"..domingo e segunda eram um casal.....um dia domingo traiu segunda com sábado....
segunda então jogou uma maldição....'malestar'....malgostar,...algo do tipo,em domingo...
houve retribuição...domingo mesmo errado..não deixou barato..!!
**é só uma tentativa para explicar o motivo desses dias serem tão..chatos http://www.umpingodegente.blogspot.com/O ex-casal  
Bom  final de semana que o domingo traia a segunda com muitos sábados legais... beijos, shara jane.

Escrito por Sayô & Shara às 09h11
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08/12/2005


 

 

 

 

APRENDENDO A DESAPRENDER


Passamos a vida inteira ouvindo os sábios conselhos dos outros. Tens que aprender a ser mais flexível, tens que aprender a ser menos dramática, tens que aprender a ser mais discreta, tens que aprender... praticamente tudo.

Mesmo as coisas que a gente já sabe fazer, é preciso aprender a fazê-las melhor, mais rápido, mais vezes. Vida é constante aprendizado. A gente lê, a gente conversa, a gente faz terapia, a gente se puxa pra tirar nota dez no quesito "sabe-tudo". Pois é. E o que a gente faz com aquilo que a gente pensava que sabia?

As crianças têm facilidade para aprender porque estão com a cabeça virgem de informações, há muito espaço para ser preenchido, muitos dados a serem assimilados sem a necessidade de cruzá-los: tudo é bem-vindo na infância. Mas nós já temos arquivos demais no nosso winchester cerebral. Para aprender coisas novas, é preciso antes deletar arquivos antigos. E isso não se faz com o simples apertar de uma tecla. Antes de aprender, é preciso dominar a arte de desaprender.

Desaprender a ser tão sensível, para conseguir vencer mais facilmente as barreiras que encontramos no caminho. Desaprender a ser tão exigente consigo mesmo, para poder se divertir com os próprios erros. Desaprender a ser tão coerente, pois a vida é incoerente por natureza e a gente precisa saber lidar com o inusitado. Desaprender a esperar que os outros leiam nosso pensamento: em vez de acreditar em telepatia,é melhor acreditar no poder da nossa voz. Desaprender a autocomiseração: enquanto perdemos tempo tendo pena da gente mesmo, os dias passam cheios de oportunidades.

A solução é voltar ao marco zero. Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima. Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar.

Martha Medeiros

Escrito por Sayô & Shara às 18h51
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07/12/2005


 

 

Somos todos hamsters

Ailin Aleixo

Ele troca de carro duas vezes por ano. Todo o semestre, último modelo. Dois meses depois de adquirido, quando o cheiro de novo evapora, o possante perde o encanto que, instantaneamente, é transferido para o catálogo dos próximos lançamentos. O problema da sua mania não é o fato de comprar o que existe de mais moderno, mas fazer isso para suprir a falta de caminho. Ele pode ter o carro que quiser, mas nenhum deles o fará ter um lugar para ir.

"Ele" é como a maioria de nós, criadores e moradores de um mundo dominado pelos catálogos, vitrines. São celulares, ipods, roupas, sapatos, computadores, relógios, mulheres lipoaspiradas e botocadas, tudo constantemente se modernizando, sendo embelezado, ficando menor (em alguns casos), mais rápido, mais potente. Milhares de coisas reluzentes, bonitas, tentadoras, supérfluas. Coisas com a função mais ingrata da terra: preencher nossa solidão.

Os anúncios afirmam que o produto ali estampado traz mordomias, bem-estar, forno auto limpante, pára-brisa com detector de chuva, mais conforto, mais status e, conseqüentemente, aumenta nosso acesso a algo imensurável: felicidade. Mas as toneladas de anti-depressivos engolidas por todo mundo no mundo todo prova inexoravelmente o contrário: viramos hamsters, sempre em ação, ansiosos por dar mais uma volta na roda, cada vez mais rápido, sem sair do lugar, nos cansando a troco de nada. Trabalhamos feito camelos no deserto, sempre ocupados e preocupados com o que pensam de nós, a promoção, o chefe sacana, a conta vencida, o idiota que quer nosso cargo. Para que exatamente? Morrer de câncer? Ganhar uma úlcera? Somar alguns milhares de reais e uma hérnia de disco? Para termos sucesso e sermos reconhecidos na rua? Para causarmos inveja?

Fama. Essa a palavra que ganhou um tom quase deificado. Mas, por mais que me esforce, não entendo a correlação que corrobora a tese de que alguém famoso vale mais do que o atendente da padaria (veja só o que nos tornamos: valoramos uns aos outros como um saco de batata frita na prateleira)? Se fama é passagem só de ida para a felicidade, porque raios o Kurt Cobain, a Marilyn Monroe, Elvis Presley e tantos outros deram cabo a tal alegria imensurável? Porque, no final das contas, no final do dia, fãs histéricas gritando na porta do hotel, foto em capa de revista e aparecer na novela das oito não dá colo, não faz cafuné, não entende suas tristezas, não diz palavras que aquietam a mente. Em alguns momentos, não serve pra nada.

Às vezes acho que o mundo seria um lugar bem mais aprazível se as pessoas coçassem mais o saco, tivessem tempo livre o suficiente para chegar a conclusão de que a única coisa que realmente importa é ausência de agonia, essa companheira tão presente ultimamente e que insiste em não ir embora.

 

Adoro as crônicas da Ailin, acho até q ja postei essa uma vez, enfim,...o q eh bom de se ler, nunca eh DEMAIS naum eh verdade??  

Beijos,Sayô

Escrito por Sayô & Shara às 09h58
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06/12/2005


 

 

 

 

 

CARDÁPIO DA ALMA

 

 


Arroz, feijão, bife, ovo. Isso nós temos no prato, é a fonte de energia que nos faz levantar de manhã e sair para trabalhar. Nossa meta primeira é a sobrevivência do corpo. Mas como anda a dieta da alma?

Outro dia, no meio da tarde, senti uma fome me revirando por dentro. Uma fome que me deixou melancólica. Me dei conta de que estava indo pouco ao cinema, conversando pouco com as pessoas, e senti uma abstinência de viajar que me deixou até meio tonta. Minha geladeira, afortunadamente, está cheia, e ando até um pouco acima do meu peso ideal, mas me senti desnutrida. Você já se sentiu assim também, precisando se alimentar?

Revista, jornal, internet, isso tudo nos informa, nos situa no mundo, mas não sacia. A informação entra dentro da casa da gente em doses cavalares e nos encontra passivos, a gente apenas seleciona o que nos interessa e despreza o resto, e nem levantamos da cadeira neste processo. Para alimentar a alma, é obrigatório sair de casa. Sair à caça. Perseguir.

Se não há silêncio a sua volta, cace o silêncio onde ele se esconde, pegue uma estradinha de terra batida, visite um sítio, uma cachoeira, ou vá para a beira da praia, o litoral é bonito nesta época, tem uma luz diferente, o mar parece maior, há menos gente.

Cace o afeto, procure quem você gosta de verdade, tire férias de rancores e mágoas, abrace forte, sorria, permita que lhe cacem também.

Cace a liberdade que anda tão rara, liberdade de pensamento, de atitudes, vá ao encontro de tudo que não tem regras, patrulha, horários. Cace o amanhã, o novo, o que ainda não foi contaminado por críticas, modismos, conceitos, vá atrás do que é surpreendente, o que se expande na sua frente, o que lhe provoca prazer de olhar, sentir, sorver. Entre numa galeria de arte. Vá assistir a um filme de um diretor que não conhece. Olhe para sua cidade com olhos de estrangeiro, como se você fosse um turista. Abra portas. E páginas.

Arroz, feijão, bife, ovo. Isso me mantém de pé, mas não acaba com meu cansaço diante de uma vida que, se eu me descuido, torna-se repetitiva, monótona, entediante. Mas nada de descuido. Vou me entupir de calorias na alma. Há fartas sugestões no cardápio. Quero engordar no lugar certo. O ritmo dos dias é tão intenso que às vezes a gente esquece de se alimentar direito.

 

Martha Medeiros (06/09/2004)

 

 

Beijos e  Boa Terça

Sayô

 

Escrito por Sayô & Shara às 09h43
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05/12/2005


 

 

 

 

VER VENDO...

Quantas vezes passei por locais maravilhosos
e não me dei conta de suas existências...
Quantas vezes disse:
Bom Dia!
E não olhei os olhos a quem cumprimentava...
Quantas vezes as oportunidades bateram à minha
porta e eu deixei de aproveitá-las, de lhes dar
o devido valor, por estar preocupado com um amanhã
material,que poderia ou não se concretizar,
esquecendo do agora, do olhar em volta, do sentir
o cheiro das coisas...
Do ter prazer em olhar o brilho da lua
refletindo o sol...
Da alegria do sorriso de uma criança - honesto,
simples e verdadeiro -ao ganhar uma pequena
lembrança ou um doce ou uma palavra de amor
e de carinho...
Dei-me conta do que estou perdendo por
me preocupar tanto...
Do querer viver hoje um amanhã que não me pertence...
Dei-me conta de que preciso olhar e ver...
"Ver Vendo"...
De tanto ver, a gente banaliza o olhar...
Vê não-vendo...
Experimente ver pela primeira vez o que você vê
todo dia, sem ver...
Parece fácil, mas não é...
O que nos cerca, o que nos é familiar,já não
desperta curiosidade...
O campo visual da nossa rotina é como um vazio...
Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta...
Se alguém lhe perguntar o que você vê no seu caminho,
você não sabe...
De tanto ver, você não vê...
Sei de um profissional que passou 32 anos a fio
pelo mesmo hall do prédio de seu escritório...
Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro...
Dava-lhe um bom dia e às vezes lhe passava
um recado ou uma correspondência...
Um dia, o porteiro cometeu a descortesia
de falecer.
Como era ele?
Sua cara?
Sua voz?
Como se vestia?
Não fazia a mínima idéia...
Em 32 anos, nunca o viu...
Para ser notado, o porteiro teve que morrer...
Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa,
cumprindo o rito, pode ser que também ninguém
desse por sua ausência...
O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem...
Mas há sempre o que ver....
Gente, coisas, bichos...
E vemos?
Não, não vemos...
Uma criança vê o que um adulto não vê...
Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo
do mundo.
O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que,
de tão visto, ninguém vê...
Há pai que nunca viu o próprio filho...
Marido que nunca viu a própria mulher
(e desconhece os seus segredos e desejos),
isso existe às pampas...
Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos...
É por aí que se instala no coração
o monstro da indiferença...

Otto Lara Rezende

 

RETIRADO DO BLOG http://portaldopensamento.blig.ig.com.br/

 

 

Beijos e Boa Semana

Sayô

 

 

Escrito por Sayô & Shara às 09h06
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03/12/2005


 

 

 

 

 

"Eu julgo que cada um de nós, tem a enorme capacidade para em qualquer
momento, mesmo quando tudo tem forças de sentido contrário, voar...
Para isso, basta fechar os olhos e libertar o pensamento percorrendo todos
os recantos do livro das memórias onde guardamos as coisas boas...
Aqueles pequenos nadas que nos enchem uma mão cheia de coisa nenhuma, e que nos fazem gostar de sentir um coração bater...
Assim por certo, em qualquer instante chegamos ao nascer do sol voando...
Respira fundo e tenta viver cada dia como se fosse o ultimo....

O q nos é certo,é o HOJE  !

Vá respira fundo e vai... quem já voou nunca mais esquece... "

Bom Sábado!

Beijos,

Sayô

 

Escrito por Sayô & Shara às 09h22
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02/12/2005


 

 

 

Porque eu acordei cantando essa música.Gosto de ouvi-la na voz de Caetano Veloso,mas aqui deixo o link,na voz do compositor ( Nei Lisboa ),se vcs tiverem a curiosidade de escuta-la.....só entrar em

http://radio.terra.com.br/busca/musicas.php?musica=Pra%20te%20lembrar

e clicar na primeira música

Pra te lembrar - RELOGIOS DE SOL - Nei Lisboa.

Bom Fim de Semana

 

Pra te lembrar

Nei Lisboa

Composição: Nei Lisboa

O quê que eu vou fazer pra te esquecer
sempre que já nem me lembro
lembras pra mim
cada sonho teu me abraça ao acordar, como um anjo lindo
mais leve que o ar
tão doce de olhar que nem um adeus pode apagar.
O quê que eu vou fazer pra te deixar
sempre que eu apresso o passo passas por mim
e um silêncio teu me pede pra voltar, ao te ver seguindo mais leve que o ar
tão doce de olhar que nem um adeus pode apagar.
O quê que eu vou fazer pra te lembrar
como tantos que eu conheço e esqueço de amar
em que espelho teu
sou eu que vou estar, a te ver sorrindo, mais leve que o ar
tão doce de olhar que nem um adeus pode apagar M

 Mas leve que o ar, tão doce de olhar

Que nem um adeus vai apagar.

 

 

Escrito por Sayô & Shara às 10h10
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01/12/2005


 

 

“Eu preciso tanto dizer quanto ter vc me faz viver,como a gente só fez melhorar com o tempo.

Que as manhãs me pegam a sorrir,as tardes me levam a sonhar,as noites me lançam ao vento.

E que por causa de vc,voltou a vontade de cantar,vi meu medo se atirar no espaço aberto.

Vi passado se distanciar,perto de tudo que virá.

Não existirá ninguém que ocupe o seu lugar no amor de cada dia,cada dia.

Só a sua companhia é mágica em mim

Não existirá ninguém que ocupe o seu lugar no amor de cada dia,cada dia.

Só a sua companhia é mágica em mim.

É tão importante eu te contar,se eu vivo correndo sem parar,sempre encontro o meu conforto no seu encanto.Meus olhos tem sede de te ver,as minhas mãos famintas de vc, sinto o meu tato procurando.

É que por causa de vc ,voltou a vontade de cantar,vi meu medo se atirar no espaço aberto.

Vi o passado se distanciar,perto de tudo que virá.

Não existirá ninguém que ocupe o seu lugar no amor de cada dia,cada dia.

Só a sua companhia é mágica em mim.” Guilherme Arantes

 

 

Beijos e um Bom Dia pra vcs.

Sayô

 

 

 

Escrito por Sayô & Shara às 12h05
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Artes (com) trastes e traquinagens

Nós, Sayonara e Shara, resolvemos criar um blog que fale mais da vida, das relações entre as pessoas,das questões que envolvem o nosso mundo,especialmente sobre a poesia,a música, a dança...
Queremos falar das coisas cotidianas, das nossas coisas, não para falar do mundo privado pelo mundo privado, como no Big Brother Brasil, mas para falar das coisas que façam as pessoas olharem para o mundo externo, aquele que nos provoca, nos faz pensar e nos mobiliza a olhar para nós mesmos.
A arte com singularidade nos possibilita isso, sair de si e entrar no universo de múltiplos e intensos contrastes dos outros. Assim, a proposta é que 'trastes' de todo tipo invadam o nosso blog e proliferem as traquinagens que fertilizam os nossos corpos alegres, dançantes, embriagados.
Artes (com) trastes e traquinagens espera ser um agradável cantinho,para os chegados, os estranhos,os nômades e os trastes de todo tipo ou ideais.

Sejam Bem Vindos!


Sayô & Shara



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(Manoel de Barros)


"Pelos meus textos sou mudado mais do que pelo meu existir."
(Manoel de Barros)


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(Manoel de Barros)


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(Manoel de Barros)


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